Taller Gratuito: Preparación de modelos de datos y fichas de búsqueda en gvSIG Desktop, 18as Jornadas Internacionales de gvSIG.

Si queréis aprender a explotar (y explorar) vuestros datos al máximo nivel… no os perdáis este taller.

El día 30 de noviembre durante las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG, desde las 15:30 se realizará el taller gratuito “Preparación de modelos de datos y fichas de búsqueda en gvSIG Desktop”.

¿Qué vamos a aprender en el taller?

Los asistentes al taller podrán aprender a configurar modelos de datos en gvSIG Desktop. En muchas ocasiones, cuando trabajamos con un Sistema de Información Geográfica, además de gestionar datos geográficos tenemos que mantener una serie de información alfanumérica asociada a esa información espacial. Unas veces son solo unos pocos datos extra, pero otras la información alfanumérica representa una parte tan importante como la información geográfica. A veces una tabla o capa esta relacionada con otras y no estamos acostumbrados a disponer de herramientas que integren el manejo de la parte geográfica con un modelo de datos alfanumérico.

En este taller vamos a partir de una serie de tablas, unas con datos geográficos y otras no. Tablas que lo que tienen en común es que en su conjunto forman un modelo de datos. Vamos a ver como configurar gvSIG desktop para poder trabajar con ellas como un todo.

Aprenderemos a que configurando adecuadamente nuestras tablas podemos navegar por los datos, mediante las denominadas fichas de búsqueda, y realizar búsquedas potentes sobre los datos alfanuméricos desde una aplicación SIG.

¿Dónde se realiza?

El taller se realizará en el “Aula 0.2”, que incluye ordenadores por lo que no es necesario traer portátil.

Y muy importante, si pensáis asistir al taller no os olvidéis de inscribiros a las Jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

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Sistema Estadual de Informações Geográfica do Estado do Tocantins – Funcionalidades na espacialização de dados censitários

Publicação – III Simpósio Brasileiro de Infraestrutura de Dados Espaciais

A Secretaria do Planejamento e Orçamento do Estado do Tocantins (SEPLAN/TO) conduziu o desenvolvimento de um sistema multiusuário de informações para armazenamento, organização e compartilhamento público de dados geoespaciais produzidos pela Instituição, denominada publicamente como Geoportal. Essa estrutura integrará a Infraestrutura de Dados Espaciais do Tocantins (IDE-TO), cuja base legal foi instituída pelo Decreto Estadual nº 5.459/2016. Esse trabalho apresenta as funcionalidades da ferramenta Vistas SQL desenvolvida para a plataforma gvSIG Online que faz o gerenciamento dos dados censitários do Geoportal da SEPLAN/TO.

A arquitetura do sistema multiusuário de informações está apoiada em três camadas: servidor de aplicativo, servidor de banco de dados e cliente web. Na camada de servidor de aplicativos, utiliza-se o Geoserver como servidor de mapas, ofertando os dados por meio dos protocolos padrão Open Geospatial Consortium (OGC) para geração de mapas, Web Map Services (WMS), Web Map Tile Service (WMTS), Web Feature Service (WFS) ou Web Coverage Service (WCS). Na camada do servidor do banco de dados, os dados estão armazenados em um sistema gerenciador de banco de dados PostgreSQL com cartucho espacial PostGIS. Na camada do cliente web, utilizam-se os aplicativos que permitem aos usuários interagir com as informações geográficas, correspondendo à face visível da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE), representada pelo Geoportal ou visualizadores de mapas.

Para implementação de Infraestruturas de Dados Espaciais, utilizou-se software livre baseado na plataforma gvSIG Online, que integra componentes como o servidor de mapas GeoServer, o cliente WebGIS OpenLayers e o banco de dados espacial PostgreSQL/PostGIS. A arquitetura do software permite a visualização de dados de forma distribuida, e em diversos sistemas de projeção e coordenadas, com conversão para visualização em tempo de execução. Esses dados podem estar disponíveis em serviços Web ou para acesso direto, por meio de uma URL armazenada no catálogo de metadados. Para a estruturação de metadados, utilizou-se uma aplicação de catalogo livre e de código aberto para recursos referenciados espacialmente,

GeoNetwork, compartilhando informações confiáveis sobre a origem dos dados. No cadastro, carga e armazenamento no banco de dados dos dados geoespaciais e estatísticos, utilizou-se software livre gvSIG Desktop, com licença pública GNU/GPL. São utilizados padrões de interoperabilidade, metadados, e de difusão de dados geoespaciais em conformidade com a Política Cartográfica Nacional e o Perfil de Metadados Geoespaciais do Brasil (Perfil MGB).

Por meio dessa estrutura tecnológica é possível consultar e acessar um servidor de mapas interativos no qual são representados dados multidisciplinares, possibilitando a integração de informações georreferenciadas representadas por bases de dados temáticos e sistemáticos, mapas, imagens de satélite, e dados censitários. As informações geoespaciais do Geoportal são estruturadas em bases de dados, organizadas por insumos técnicos, projetos e recortes espaciais. As informações estatísticas e socioeconômicas são disponibilizadas na forma de mapas com abrangência municipal. Suas funcionalidades incluem ferramentas que integram as capacidades do Geoportal com painéis de controle que permitem a visualização e download de diferentes tipos de gráficos (barras, círculos e linhas) e planilhas. Abrange informações temporais com séries históricas sobre aspectos econômicos, produtivos, demográficos e sociais; dentre as diversas séries de dados, elenca-se produto interno bruto, produção agrícola, rebanhos, população, saúde e educação. As informações presentes no Geoportal são oriundas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e da SEPLAN/TO.

Esse trabalho tem como objetivo apresentar a nova ferramenta desenvolvida para o gvSIG Online denominada como Vistas SQL, que define tabelas virtuais através de consulta ao banco de dados. A consulta pode incluir uma ou mais tabelas, assim como uma seleção de campos das tabelas incluídas. De um ponto de vista prático utiliza- se o conceito de view no SQL, que é uma nova tabela definida com base em outras tabelas, com os dados sempre sincronizados com essas tabelas, pois elas não são armazenadas de forma separada. A utilidade mais notória desta ferramenta é a publicação de dados estatísticos, mantendo em tabelas separadas as informações geográficas (por exemplo, uma camada de municípios com a geometria, o endereço e potencialmente outras informações, como população) e as informações estatísticas (tabela sem geometria, que inclui os valores de uma ou várias variáveis estatísticas associadas a um identificador, como o código do município). Desta forma, podem-se publicar novas estatísticas sem a necessidade de voltar a publicar a camada de municípios, ou inversamente, podendo atualizar a camada de municípios sem a necessidade de atualizar as tabelas estatísticas. A ferramenta Vistas SQL não pode ser editada a partir da home page do sistema, sendo possível editar a camada municipal, de modo que os resultados serão automaticamente visíveis em qualquer tabela que inclua essa camada de municípios. Para isso, deve-se levar em conta que a mesma camada que é editada para os limites deve ser a mesma que é composta pela Vista SQL. Com a aplicabilidade dessa ferramenta espera-se abordar as diferentes situações censitárias ancorada com o uso das informações geográficas.

Apresentação

Vídeo

(min. 51)

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Taller Gratuito: GIS Indoor. Toma de datos para posicionamiento en interiores mediante fingerprinting en las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

El día 30 de noviembre, a las 16 h y en el marco de las Jornadas Internacionales de gvSIG + Jornadas GeoLIBERO, se realizará el taller de GIS Indoor.

Hace tan sólo 30 años, para viajar comprábamos un mapa en una librerı́a o una gasolinera y era común comentar la calidad que habı́a entre los mapas de los diversos proveedores.

A principios de los 2000 se popularizaron los navegadores por satélite (conocidos como GNSS, por sus siglas en inglés Global Navigation Satellite Systems), pero quedan unas zonas que se resisten: los espacios interiores, más conocidos en el mundo cientı́fico por entornos indoor. En estos espacios los navegadores fallan, y seguimos mirando el plano del Centro Comercial para encontrar la tienda o el restaurante que buscamos.

Uno de los mecanismos actuales para lograr el posicionamiento en interiores es el Wifi fingerprinting.

Este taller tendrá dos partes:

  • Teórica: se hará un breve repaso de los sistemas de posicionamiento en interiores y se explicará en detalle el WiFi fingerprinting.
  • Práctica: se recogerán datos para preparar una base de datos para posicionamiento mediante WiFi fingerprinting.

¿Qué necesitas para realizar el taller?

Todas aquellas personas que tengan Android pueden instalar la siguiente app:

http://indoorloc.uji.es/ipin2021track3/files/ipin2021fixed.apk

El taller se realizará en el «Aula 0.1».

Y, muy importante, no olvidéis inscribiros a las Jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

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Taller Gratuito: Control de versiones en gvSIG Desktop en las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

Estamos seguros que los que asistáis a este taller vais a quedar sorprendidos. Lo que aquí se va a mostrar es un hito en el desarrollo del SIG libre, un completo control de versiones para trabajar con datos espaciales. Como proyecto, probablemente sea el desarrollo más complejo que hayamos abordado. Ahí es nada.

El día 30 de noviembre durante las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG, desde las 17:00 se realizará el taller gratuito “Control de versiones en gvSIG Desktop”.

Objetivo: Aprender a configurar un sistema de control de versiones con gvSIG Desktop. Cargas capas en el control de versiones y aprender a trabajar con él.

¿Qué vamos a aprender en el taller?

Uno de los principales problemas relacionados con la gestión y mantenimiento de información geográfica, que hasta ahora no estaba suficientemente resuelto de forma eficiente por las diversas opciones de software libre disponibles, era el de la edición multiusuario y los problemas o necesidades que esta tarea requiere resolver.

Dejaremos de lado la parte teórica… No vamos a ver las ventajas e inconvenientes que tiene un control de versiones. Los sistemas de control de versiones se vienen usando desde hace muchos años en otros ámbitos, principalmente cuando nos encontramos con escenarios en los que varios usuarios precisan modificar de forma simultánea información y también, tener el control del histórico de modificaciones. Con gvSIG Desktop vamos a poder aplicar todo ello a la edición de datos geográficos.

Así que, en lugar de ver las ventajas que podemos obtener con su uso, simplemente vamos a empezar a usarlo (¡mucho más divertido!).

Partiremos de una serie de tablas con información cartográfica y veremos qué acciones debemos realizar para cargarlas en el control de versiones de gvSIG. Revisaremos los principales conceptos relacionados con el control de versiones de gvSIG Desktop, empezando a usarlo con nuestros datos. Configuraremos un pequeño repositorio local, para luego escalarlo a un pequeño sistema en nuestra red, y acabar viendo como podríamos escalar a un sistema más grande basado en servicios web.

¿Dónde se realiza?

El taller se realizará en el “Aula 0.2”, que incluye ordenadores por lo que no es necesario traer portátil.

Y muy importante, si pensáis asistir al taller no os olvidéis de inscribiros a las Jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

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Taller Gratuito: Generación de geoportales con gvSIG Online + actualización de datos en campo con gvSIG Mapps en las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

El próximo 2 de diciembre de 2022 se impartirá un taller gratuito en el que poder aprender a manejar gvSIG Mapps integrado con gvSIG Online, en el marco de las 18as Jornadas Internacionales gvSIG que se celebrarán en Valencia (España).

¿Qué haremos?

Durante el taller veremos cómo crear un geoportal en gvSIG Online, que incluirá una serie de capas, incluyendo tanto capas base como otras provenientes de ficheros SHP. Finalmente se creará una capa vacía para trabajar con ella en la segunda parte del taller.

En esta segunda parte, ya sobre gvSIG Mapps, la app móvil de la Suite gvSIG para toma de datos en campo, se trabajará sobre el geoportal anterior editando la capa creada previamente, tanto gráfica como alfanuméricamente e incluyendo fotografías asociadas a las nuevas geometrías. Sobre gvSIG Mapps trabajaremos de forma online y offline, simulando casos en los que trabajamos en zonas de poca cobertura o que no queremos consumir datos móviles.

¿Cómo inscribirme?

Para realizar este taller solo debes registrarte en las jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

¿Dónde se realiza?

El taller se realizará en el Aula 0.3, que incluye varios ordenadores y otros puestos sin ordenador, por si deseas acudir con tu propio portátil.

Para la primera parte, si deseas acudir con tu portátil solo necesitarás conexión a internet (se proporcionará clave para internet a los inscritos a las Jornadas), y para la segunda deberás tener instalado gvSIG Mapps en tu móvil, disponible para Android desde la Play Store. El enlace de descarga de la cartografía a utilizar en el taller se facilitará al inicio del mismo.

Puedes consultar el programa completo de las jornadas aquí: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/programa

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Taller gratuito: “Manejando cubos de datos ráster en R” en las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

El viernes 2 de diciembre, a las 12:30 se realizará el taller “ Manejando cubos de datos ráster en R” en el marco de las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG.

En el taller se trabajará sobre la estructura de datos llamada “cubo de datos ráster”, que consiste en una estructura de datos ráster donde las distintas capas representan un determinado fenómeno en el tiempo.Se trata de una estructura muy utilizada en datos y modelos climáticos.

Aunque representa un gran avance para el manejo de estos tipos de datos, es poco conocida y, en muchos casos, está siendo infrautilizada.

En dicho taller vamos a trabajar con datos usados en la investigación y publicaciones de “Engolindo Fumaça” (https://infoamazonia.org/project/engolindo-fumaca/), aprendiendo a organizarlos y analizarlos, y revisando algunas fuentes fuentes de este tipo de datos.

El taller se realizará en un aula con ordenadores, por lo que no es necesario traer portátiles. Para poder asistir a este taller se recomienda disponer de conocimientos básicos de R.

Y muy importante, si pensáis asistir al taller no os olvidéis de inscribiros a las Jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

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Taller Gratuito: Teledetección aplicada a estudios de calidad de aguas: procesamiento básico de imágenes satelitales con SNAP en las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

Comenzamos a difundir la información relativa a los talleres de las próximas Jornadas gvSIG. Atención a este primer taller, no es nada sencillo tener la oportunidad de asistir a un taller de SNAP y, menos aún, que sea impartido por investigadores del nivel y reconocimiento de los que nos acompañaran en esta ocasión. Si podéis, no dejéis pasar la ocasión. Vamos allá…

El día jueves 1 de diciembre durante las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG, desde las 15:30 se realizará el taller gratuito “Teledetección aplicada a estudios de calidad de aguas: procesamiento básico de imágenes satelitales con SNAP”.

Objetivo:Conocer la aplicación de las técnicas de observación de la Tierra basadas en datos de satélites Sentinel-2 y Sentinel-3 para el conocimiento del estado ecológico de las masas de agua continentales, costeras y de transición.

Dirigido a: Estudiantes de último curso de los grados de Medio Ambiente, Biología, Geografía, Geomática… estudiantes de Máster, Doctorado y, en general, a profesionales e interesados en la temática del taller.

Metodología:Las clases teóricas y prácticas serán impartidas por profesores e investigadores de la Universidad de Valencia, con amplia experiencia en teledetección y limonología. Se realizará en una sala con ordenadores, pero también es posible traer portátil.

Programa:

  • Bases físicas de la teledetección de aguas y aplicaciones a estudios de calidad de aguas
  • Programa Copernicus: Visión general del programa de Observación de la Tierra de la ESA
  • Herramientas para el procesado básico de datos Copernicus
    • Acceso y descarga de datos Copernicus: misiones Sentinel-2 y Sentinel-3.
    • Procesado y análisis básicos de imágenes Sentinel-2 con el software SNAP.
    • Obtención de variables biofísicas del agua para el estudio de la calidad de aguas.
    • Productos automáticos de calidad de aguas de Sentinel-2 y Sentinel-3.

Herramientas informáticas a utilizar; Software libre SNAP. Los que traigan su portátil, deben instalarlo. Se descarga en https://step.esa.int/main/download/snap-download/

Y, muy importante, no olvidéis inscribiros a las Jornadas: http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

Cuerpo docente: Jesús Delegido y Patricia Urrego, Universitat de Valencia, España; Carlos Lara, Universidad Católica de la Santísima Concepción, Chile

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Programa de las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG

Ya podéis consultar el programa de las 18as Jornadas Internacionales de gvSIG, a celebrarse en Valencia del 30 de noviembre al 2 de diciembre. El evento es totalmente gratuito, pudiendo asistir tanto a las sesiones de ponencias como a los diversos talleres formativos. Este año, además, son el marco de encuentro de la Red GeoLIBERO.

Las Jornadas regresan con fuerza, con un completísimo programa que incluye proyectos y ponentes de España, El Salvador, Uruguay, Brasil, Malí, Portugal, México, Argentina y Chile. Variedad geográfica y temática, pudiendo conocer proyectos de geomática aplicada a la movilidad, seguridad vial, urbanismo, medio ambiente, cooperación, educación, geoestadistíca, emergencias, administración local, cartografía colaborativa… por no hablar de las últimas novedades de la Suite gvSIG, donde se darán a conocer algunos de los desarrollos más avanzados en geomática libre, como el control de versiones VCSGIS (¡por fin un control de versiones en software libre para producción cartográfica!), los cuadros de mando de gvSIG Online o el framework para apps móviles gvSIG Mapps.

Y atención a los talleres:

  • GIS Indoor
  • Preparación de modelos de datos y fichas de búsqueda en gvSIG Desktop
  • Control de versiones en gvSIG Desktop
  • Teledetección aplicada a estudios de calidad de aguas: procesamiento básico de imágenes satelitales con SNAP
  • gvSIG Mapps + gvSIG Online
  • Manejando cubo de datos ráster en R

Iremos publicando post con información completa de cada uno de ellos, ¡estad atentos!.

Programa:

http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/programa

Ahora que seguro estáis decididos a asistir… no os olvidéis de inscribiros:

http://www.gvsig.com/es/eventos/jornadas-gvsig/18as-jornadas-gvsig/inscripcion

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18as Jornadas Internacionales gvSIG: Inscripciones y ampliación de plazo de envío de propuestas

Ya está abierto el periodo de inscripción de las 18as Jornadas Internacionales gvSIG, que se celebrarán del 30 de noviembre al 2 de diciembre de 2022 junto a las Jornadas GeoLIBERO 2022 en la Escuela Técnica Superior de Ingeniería Geodésica, Cartográfica y Topográfica (Universitat Politècnica de València, España).

La inscripción es totalmente gratuita (con aforo limitado) y se ha de realizar a través del formulario existente en la página web de las Jornadas.

En unas semanas se publicará el programa con todas las ponencias y talleres previstos, tanto para usuarios como para desarrolladores, con toda la información sobre cómo inscribirse en ellos.

Por otro lado, os informamos que se ha ampliado el plazo de envío de resúmenes, siendo la nueva fecha límite el 14 de octubre. Las normas para el envío de comunicaciones podéis encontrarlas en la web de las jornadas.

¡Esperamos vuestra participación!

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Geoportal del Reino de Redonda

Hace unos días falleció Javier Marías, considerado uno de los mejores escritores que ha dado la literatura de finales del siglo XX y principios del siglo XXI y, sin lugar a dudas, un monarca ejemplar. Precisamente este verano, leyendo sobre reinos ficticios, se me ocurrió que en algún rato libre (de esos que el proyecto gvSIG deja pocos), debería crear el geoportal del Reino de Redonda.

Un reino de apenas tres kilómetros cuadrados, una pequeña isla que al contrario de lo que nos diría la imaginación no tiene ni playas ni palmeras. Sin embargo, esta aparentemente aburrida roca sita en el mar Caribe alberga una maravillosa historia para los amantes de la literatura.

Fue Matthew Dowdy Shiell el que allá por 1865, cuando nació su primer hijo, compró la isla y quiso convertirla en un reino ficticio que no fuera ni más, ni menos, que el citado islote. Para ello, parece ser, solicitó a la reina Victoria el título de reino, que le fue concedido con una única condición: que nunca supusiera un peligro para los intereses de los británicos.

Matthew Dowdy Shiell traspasó el reinado a su hijo, el escritor Matthew Phipps Shiel (sí, con una “l” menos que el padre), conocido en el mundo de la literatura como M.P. Shiel y en el Reino de Redonda como Felipe I. Además de ser un escritor bastante prolifico cultivando el género fantástico y de ciencia ficción, reinó desde 1880 a 1947, designando de paso a los primeros duques del reino, honor que recayó en personajes como H.G. Wells, Dylan Thomas o Henry Miller.

Felipe I abdicó en el poeta Terence Ian Fytton Armstrong, conocido en el mundo de la literatura como John Gawsworth y tomando el nombre de Juan I para su papel de monarca. Con la típica vida bohemia de un escritor maldito, regada por el alcohol y los problemas económicos, llegó a vender títulos nobiliarios por unas pocas libras. Con 58 años murió a consecuencia de una úlcera. Su reinado tuvo lugar desde 1947 a 1970.

Su sucesor fue el editor y también escritor John Wynne-Tyson, que para eso de ser rey se decidió por el nombre de Juan II. Su reinado duró hasta 1997, año en que decidió que la persona más adecuada para ocupar el trono era un escritor español, Javier Marías.

Javier Marías, republicano confeso, reinó con el nombre de Rey Xavier hasta su reciente fallecimiento, el pasado 11 de septiembre de 2022. Su último rey ha sido, sin duda, el que ha llevado a Redonda a sus cotas más altas de popularidad, designó a no pocos artistas e intelectuales como miembros de la corte, creó un sello propio de literatura fantástica que lleva el nombre del reino, difundió su existencia en algunos de sus escritos y creó el premio literario del Reino de Redonda.

Como todo reino que se precie ha habido disputas por el trono y ahí tenemos a Arthur John Roberts, William Leonard Gates, Bob Williamson y Michael Howorth. Y, por si os lo preguntáis, al contrario que en el caso de la monarquía inglesa… todavía no se ha proclamado el sucesor del Rey Xavier.

Hecha esta breve cronología del Reino de Redonda, os comparto los pasos que he realizado para crear el geoportal con gvSIG Online, ya sabéis, la solución en software libre para implantar Infraestructuras de Datos Espaciales. Todo el proceso me ha llevado poco más de una hora y para ello he usado un gvSIG Online que tenemos en la Asociación gvSIG para “jugar a nuestras cosas”; ni tan siquiera es la penúltima versión del software, pero ya sabéis en casa de herrero cuchillo de palo.

  • Lo primero que hice anoche fue descargar cartografía de la zona del proyecto OpenStreetMap y, a partir de ahí, seleccionar las geometrías correspondientes a la Isla de Redonda para generar una nueva capa.
  • Esa capa la repliqué para generar capas que mostraran los dominios de cada uno de los reinados y que, básicamente, han sido siempre los mismos. Un reino que ha sabido defender sus fronteras y, al mismo tiempo, tampoco ha tenido la necesidad de ampliarlas.
  • Usando la herramienta de georreferenciación y posteriormente la de asignar proyección de gvSIG Desktop, ubiqué uno de los pocos mapas manuscritos que hay del Reino de Redonda, disponible en la web de The Redondan Foundation. Al ser un mapa dibujado no es sencillo hacerlo coincidir con sus coordenadas reales, pero creo que ha quedado medianamente bien.
  • También con gvSIG Desktop generé una nueva capa de puntos para dibujar los principales puntos de interés de la isla.
  • Ya en gvSIG Online publiqué todas esas capas y generé un geoportal que las contuviera.

Claro, se podría adornar y completar mucho más, pero como pequeño homenaje creo que es suficiente. No sé si esto me convierte en cartógrafo oficial del Reino de Redonda, pero al menos espero que os haya despertado la curiosidad.

El enlace a la Infraestructura de Datos Espaciales de Redonda lo tenéis aquí:

https://online.gvsig.com/gvsigonline/core/load_public_project/redonda/

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