Curso SEXTANTE en las Jornadas gvSIG

Parece ser que  las Jornadas de este año van a tener un enfoque muy didáctico y se va a dedicar bastante tiempo a hacer talleres y actividades de formación. La organización me ha pedido que me encargue de un taller sobre SEXTANTE, y yo por supuesto he aceptado su propuesta y estaré allí intentando que los asistentes a mi taller salgan sabiendo utilizar SEXTANTE algo mejor y siendo capaces hacer análisis espaciales avanzados con el binomio gvSIG-SEXTANTE.

La idea del taller no es presentar SEXTANTE o sus capacidades, sino realmente formar en el uso del programa, así como en los conceptos de análisis espacial sobre los que se asienta SEXTANTE, sin los cuales es difícil hacer análisis rigurosos y sacar toda la potencia de los algoritmos que contiene.

El taller tendrá una duración de aproximadamente 3 horas, y no será necesario haber usado SEXTANTE previamente. Tampoco es necesario ser un usuario experto de gvSIG, ya que el uso que haremos de las funcionalidad de gvSIG es muy reducido y trivial en su mayoría.

Todo aquel interesado en asistir  deberá traer su propio ordenador portátil con una versión reciente de gvSIG que incorpore SEXTANTE.  Será necesario asimismo disponer de datos para trabajar. Usaremos un juego de datos libre disponible en la siguiente dirección Web (ir a la sección “Common GIS Formats” y descargar los distintos archivos):

http://www.grassbook.org/data_menu3rd.php

Veremos algunos ejemplos de análisis sobre esos datos, y a lo largo del taller emplearemos las distintas herramientas de SEXTANTE (caja de herramientas, proceso por lotes, modelizador, etc.) para facilitar todo el proceso. Como ya he comentado, no solo trataremos los algoritmos y elementos de SEXTANTE en sí, sino también algunas técnicas e ideas de análisis espacial que nos ayudarán a sacar un mayor partido de las capacidades de la librería.

Espero que el taller sea de interés para todos y podamos disfrutar de una sesión de trabajo productiva. ¡Nos vemos en diciembre!

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Onde há uma vontade …

Há exatamente um ano atrás eram realizadas, em Buenos Aires, Argentina, as Primeiras Jornadas Latinoamericanas e do Caribe (LAC) do gvSIG. Nós, da Embrapa Florestas e da Universidade Federal do Paraná, havíamos conhecido o software alguns meses antes, quando estávamos procurando alternativas aos programas proprietários que usávamos para nossas atividades em geoprocessamento. Ao ver o anúncio das Jornadas (e logo ali, relativamente perto para nós que vivemos no sul do Brasil!) já nos animamos a apresentar e relatar um pouco da nossa experiência como neófitos no tema. Nesse mesmo evento tivemos a oportunidade de conhecer o pessoal da Associação gvSIG e foi numa conversa informal, durante o café, que surgiu a ideia de fazer as LAC do ano seguinte, 2010, no Brasil, inclusive para conhecermos as dimensões de uma potencial comunidade de usuários e sabermos como estava distribuída no país.

Da ideia à vontade não foi mais que um passo e logo se uniram a nós outros colegas, também brasileiros, representando o Centro Internacional de Hidroinformática (CHI) e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul. Porém como as LAC de 2010 já estavam previstas para acontecer na Venezuela e como não queríamos deixar passar mais um ano até poder sediar as 3as. LAC (somente em 2011), nos foi sugerido que organizássemos as Jornadas Brasileiras, até como forma de preparação para um evento maior.

E a proposta começou a tomar corpo, primeiramente com a criação de um grupo coordenador para aglutinar ideias, aproximar pessoas e instituições e constituir um ponto de ligação entre a Associação gvSIG, na Espanha, e os usuários do programa no Brasil. Alguns meses e muitos emails depois, em abril de 2010, surgia oficialmente a Comunidade Brasileira de Usuários gvSIG. Ao mesmo tempo, usando a lista de discussão do projeto gvSIG e também a lista da Comunidade OSGeo-BR, fomos descobrindo quem já trabalhava com o software por aqui.

O passo seguinte foi começar a preparar as Jornadas Brasileiras, divulgando o evento e a recém-criada Comunidade através de uma lista de discussão em português bem como por um link na página oficial do gvSIG, estabelecidos especialmente para nós pelos profissionais da Associação gvSIG.

Enviar convites, elaborar fôlder e cartazes para divulgação, criar um lema e um logotipo para as Jornadas, pensar e estruturar um programa para o evento, encontrar um auditório apropriado, fazer a chamada para trabalhos voluntários, receber formulários de inscrição, convidar palestrantes, montar “pasta, etiqueta, bloco e crachá”, gravar e imprimir capas de DVDs e embalá-los, preparar e assinar certificados, analisar resumos e artigos, organizar reuniões técnicas e minicurso pré-jornadas, selecionar alguns hotéis BBB (bom, bonito e barato) em Curitiba, checar laptop, datashow, microfone e pilhas e (ufa!!) decidir o menu do coffee-break e escolher as flores para ornamentação da mesa de abertura, tudo isso fez parte de uma longa “jornada” que se acelerou nos meses de agosto e setembro desse ano.

Na semana que antecedeu o evento, a expectativa era grande e a primeira (de muitas) gratas surpresas foi o número de inscritos: 226 pessoas! Depois, pelas conversas ao longo dos três dias de evento, pudemos constatar que uma expressiva proporção dos assistentes não somente já conhecia o software como também o utilizava rotineiramente como ferramenta de trabalho em suas respectivas áreas de interesse.

Asistentes en coffee break - 1º Jornadas gvSIG Brasil

Dizer apenas que as 19 palestras, 8 seminários e 1 mesa-redonda – elementos da programação oficial das Jornadas – foram bastante interessantes, seria minimizar o esforço, a disposição e o empenho de todos aqueles que prepararam apresentações, nos transmitiram pensamentos e reflexões e, principalmente, compartilharam seus conhecimentos com tanta boa vontade e entusiasmo.

Minicurso sobre gvSIG Desktop - 1º Jornadas gvSIG Brasil

A plateia, então, não poderia ser mais eclética, quer seja pela multiplicidade do público envolvido (quase 100 instituições representadas, além dos profissionais autônomos), quer seja pelas nacionalidades presentes (gente do Brasil, da Espanha, da Venezuela, do Uruguai, da Argentina, de Moçambique e do Peru). Em função disso, no encerramento até comentei que saíamos dessas Jornadas com duas grandes certezas: a primeira era a de que nós, brasileiros, estávamos entendendo e “hablando” o espanhol muito melhor do que antes; e a segunda, era que a recíproca também era verdadeira, ou seja, nossos “hermanos” de língua castelhana também agora compreendiam o português com muito mais facilidade … rs … rs … rs …

Participación en ronda de preguntas - 1º Jornadas gvSIG Brasil

Brincadeiras à parte, sentimo-nos honrados por poder contar com a participação de tantas pessoas, que dispuseram do seu tempo de trabalho e de lazer para articular passagens, transporte, estadia; para deslocar-se cruzando um ou vários estados desse nosso Brasil e até mesmo oceanos (!), além dos trechos percorridos em suas regiões ou países de origem.

Dentre tantas discussões técnicas profícuas, tantos contatos profissionais, pessoais e institucionais estabelecidos e tantas informações e experiências trocadas, acredito que, nesse evento, nos marcaram de forma mais profunda:

  • a percepção – adquirida ao longo desses três dias – de que o software, em si, é uma parte importante, sim, do projeto gvSIG, mas o projeto vai muito além. Prova disso é que nas Jornadas não se discutiram apenas aplicações e casos de sucesso, mas nos foi mostrado o que está por trás do gvSIG e o que o sustenta: o fato de existir uma comunidade de usuários que quer interagir, melhorar o software, compartilhar conhecimentos e buscar soluções;
  • a constatação de que “onde há uma vontade, há um caminho”, mesmo que não se saiba muito bem por onde ele vai passar. Ainda acho surpreendente e muito gratificante que o simples fato de querer realizar as Jornadas tenha possibilitado que outras pessoas e instituições se sentissem igualmente motivadas, de forma a nos apoiar de inúmeras maneiras e meios, viabilizando um evento de qualidade técnica, pensado, construído e organizado a muitas mãos, de forma totalmente colaborativa, sem qualquer aporte financeiro direto relativo a taxas de inscrição, vendas de stands ou espaços publicitários.
  • a sempre renovada (embora tão antiga) descoberta de que aproveitamos toda e qualquer oportunidade que nos permita fazer aquilo que mais gostamos e que parece ser o destino imutável da nossa privilegiada condição enquanto seres humanos: ter ideias, pois são elas, as ideias, distribuídas por todos os campos do conhecimento, que nos movem, nos animam, nos mantem vivos e nos fazem querer melhorar o mundo, tanto para nós, que estamos aqui hoje, como para aqueles que continuarão a jornada depois de nós ….
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Social media on gvSIG

I’ve used twitter and facebook for a while more or less mixing personal and professional stuff because, well, I don’t want to deal with «where to write things», I have enough with all blogs I write for. Some time ago I created a gvSIG account for twitter and identi.ca and later a facebook fan page. The most succesful one by far is twitter with almost 200 followers.

I tried to reproduce the way I work with my own accounts (also with Prodevelop stuff) obviously with the reasonable differences that «official» media requires. Propagating the information gvSIG produces over those services is a challenge, you have to try to not annoy people with not interesting posts but also showing as much as you can the amazing work all the gvSIG team does everyday.

Next image shows the several information sources. We’re using now dlvr.it as a central way to spread the data in two configurations: one for the main sources  (black arrows) and another one to post the microblogging posts that me and others write on gvSIG twitter account (blue arrows).

There are several sources: we mainly use http://www.gvsig.org (Plone powered) as our central repository of documentation, translation and collaboration.  We are using also Plone for the gvSIG Association portal. Nabble is one of the archiving services, probably the most popular one. Lastly the newcomers are this blog, hosted on wordpress.com and the new kid on the block is the recently announced gvSIG Case Studies website, at Drupal Gardens hosting service. Those last two sources are deployed at external services but as they are built on open source software (WordPress and Drupal) so we have the possibility of moving them to a hosted version if we have any problem. This approach relaxes our IT team efforts (as they have a lot of work with our main Plone instance).

A lot of people say that this is Community Management stuff, so am I the gvSIG community manager? No. This is NOT community management, this is just information piping and some (micro)bloggae. Victoria Agazzi is our Community Manager and her work is by far more difficult than that. She is responsible of engage and help to build real new communities for the gvSIG project as she explained some time ago

So well, in my opinion, this (a little bit egocentric) work helps to spread the word about what all the gvSIG team is trying to do: create a solid community of users and developers around the world.

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gvSIG-CodeSprint en el FOSS4G2010

El pasado viernes 10 de Septiembre, tras la celebración del FOSS4G2010 en Barcelona,  tuvo lugar una jornada de CodeSprint en el Citilab de Cornellá. Las instalaciones eran confortables, había conexión a Internet, comida, refrescos, tomas de electricidad, pizarras e incluso la organización proporcionó buses hasta el recinto. Un post-congreso fantántico; felicitar a Lorenzo Becchi y al resto de responsables por todo.

El proyecto gvSIG contó con un pequeño grupo de trabajo allí. El encuentro tuvo origen a través de la lista de correo internacional de gvSIG y el pequeño grupo de asistentes estuvo formado por Jorge Piera, Andrés Maneiro y por mí. El ambiente de trabajo fue muy agradable, dinámico y productivo. Se empezó charlando sobre cómo organizaríamos la sesión de trabajo y Andrés presentó una serie de cuestiones, sugerencias, etc. realizadas por integrantes de CartoLab. Éstas se centraron en hacer mejoras en el ToC (Table of Contents) y  tras analizar las propuestas Jorge Piera asignó tareas y nos pusimos a trabajar.

gvSIG codesprint attendants at #foss4g

Fruto de esas horas juntos, además de aprender más sobre los entresijos de gvSIG y aprender trucos sobre el manejo de eclipse directamente de un core developer del proyecto, se podrían destacar varios objetivos alcanzados:

  1. Trasladar algunos aspectos sobre gvSIG relacionados con un uso avanzado de los SIG. A veces notificar ese tipo de cosas en el BugTracker o en las listas de correo es muy difícil
  2. Mejorar el comportamiento del ToC en cuando a despliegue y colapso de agrupaciones (enlace al bug en la forja OSOR aquí)
  3. Insertar una guía visual cuando se altera el orden de las capas con el ratón
  4. Se ha avanzado en una funcionalidad para la copia de “estilos” entre capas vectoriales.
  5. Reflexionar sobre la simbología vectorial y raster en gvSIG

Algunos de estos trabajos se verán reflejados en la siguiente release de gvSIG, otros quizás se materialicen en una extensión no oficial o en gvSIG 2.0.

La experiencia creo que ha sido muy positiva y muy estimulante. Este tipo de eventos creo que dan vitalidad al proyecto, fortalece la relación entre el núcleo de gvSIG, otros desarrolladores y usuarios y la fomenta la colaboración ordenada. Personalmente estoy deseando poder asistir a otro gvSIG-CodeSprint… ¿quizá en las VI Jornadas Internacionales de gvSIG?

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Ya tenemos el Titular: ‘ArcGIS is Open’

En el pasado FOSS4G celebrado en Barcelona, evento gestionado por OSGeo, nos encontramos entre las ponencias estrellas celebradas en plenario a una presentación realizada por ESRI.

Sí, la ‘F’ de FOSS4G es de Free y la ponencia estrella la dictaba ESRI, no en vano llevaba como título ‘ArcGIS is Open’. No voy a entrar en el contenido de lo que expusieron ni en el debate de redefinir el concepto ‘Open’. Además mucha gente ya lanzó sus críticas por el canal twitter del evento.

Lo que sí que voy a decir es que ESRI ya tiene un nuevo titular donde aparece como actor relevante en el mundo de la Geomática Libre bajo el eslogan de que “ArcGIS is Open”, y esto es algo que no nos ayuda para nada a los que intentamos promover la masificación de las tecnologías libres en los ámbitos profesionales.

Tanto ESRI como Autodesk son de las compañías que de manera sistemática se han dedicado a realizar técnicas FUD contra el Software Libre. Son compañías que han estado poniendo de manera permanente en duda el valor del Software Libre en los ambientes profesionales, y es ahora cuando llega el momento donde en el campo Geo conseguimos que empiecen a verse las soluciones libres como una solución real les regalamos ese titular. Debemos tener claro que los que toman las decisiones no están conectados al canal del twitter. Lo que van a recibir los que toman decisiones es que ESRI también está en campo de la Geomática Libre, cómo sino iba a ser el invitado estrella en el evento de Geomática Libre por excelencia, el FOSS4G, y por supuesto, para esto cuentan con un poderoso aparato de marketing y opinión.

Me preocupa que la evolución del mercado del Software libre en nuestro campo vaya asociada a la toma de posiciones de ESRI, Autodesk y Google. En mi opinión, ESRI es el monopolio por referencia del mundo Geo, Autodesk son los del DWG o lo que es lo mismo, los que someten a parte del mercado a través de unas especificaciones de formato cerradas y Google con proyectos como el Mapmaker son los que quieren monopolizar la cartografía existente en el planeta.

Y lo que más me preocupa es que se den por sentadas varias decisiones y afirmaciones en el seno de OSGeo o al menos de su dirección en asuntos que considero tan trascendentes como éste.

Hecho en falta un debate al respecto de las Comunidades OSGeo antes de decidir si a partir de ahora vamos a invitar a que el liderazgo de la Geomática Libre lo lleven las grandes corporaciones del Software Privativo.

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Some new gvSIG mobile and mini videos

My colleagues at Prodevelop have published at our YouTube channel some interesting videos I want to share. The first one is a «code swarm» showing the gvSIG Mobile SVN repository activity on a very cool way. The other two are short videos about gvSIG mini new features like multi-touch support and automatic map download.

Someday I’ll try to produce the code swarm of gvSIG Desktop SVN but it will be a very different beast to deal with…

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Back from Latin American and Caribbean gvSIG conference

Last week part of the gvSIG Team attended the Second Latin American and Caribbean gvSIG Conference. It has held in Caracas, Venezuela at Alba Caracas Hotel, organized by the National Information and Technology Centre (CNTI) and the Geographical Institute of Venezuela Simón Bolívar (IGVSB).

First two days there were a pre-conference workshops about gvSIG and SDIs, Vector  features, 3D and Raster features and finally about gvSIG 2.0 development. I’m happy to say that the conference was a complete success, mainly because the organization was amazing. If you’ve managed a +700 people conference along 3 days you can imagine the huge effort is needed to assure that everything works smooth and they did it.

Registration desk

There were some demos and presentations from the gvSIG Team but the conference was mainly run by use cases, some projects developed with gvSIG and so on. I presented the OSGeo Spanish Language Local Chapter with Francisco Palm (Venezuela) and also I had the chance to present OpenStreetMap Project with César Medina (Chile). This presentation was not prepared but as one of the planned presentations failed, well, I was invited to present OSM and the opportunities this project has in South America.

Presenting OSM project

Presenting OSM project

Besides the conference we were able also to do some kind of tourism visiting CatiaTve, a complete community-driven television channel and the 23 de enero community, it’s a suburb of Caracas were they are organizing themselves to try to be as much independent as they can, they have for example their own fish farm and a quite successful radio channel (Radio Arsenal).

At CatiaTve transmission facilities

At CatiaTve transmission facilities

Free Software has so many opportunities to be applied in geomatic arena that it represents a real alternative to privative solutions. This maybe sounds obvious on this blog or this context but trying to convince of that topic public administrations and private companies is a huge effort. In my opinion we (not just the gvSIG Team but all the Conference presenters) did a good job showcasing the gvSIG and FOSS4G software to the Venezuelan and other Latin American people, let’s see if we have more and more use cases of succesful projects there.

Some gvSIG people with organization team and friends

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Círculos viciosos

Recuerdo que fue en las 3as Jornadas de gvSIG cuando finalizando una mesa redonda titulada “Software Libre y Universidad”, uno de los participantes del público que se presentó como profesor universitario lanzó una pregunta del tipo: ¿Por qué tengo que usar yo software libre si a mi me dan el software gratis?

Unos meses después en las II Jornadas SIG Libre de Girona hubo otra mesa redonda “Software libre y Proyectos de Cooperación”. Lorenzo Becchi, en papel de consultor de FAO comentó la importancia de usar software libre en este tipo de proyectos y como, en muchos casos, se utilizaba software privativo pirateado con lo que una de las enseñanzas inherentes al proyecto era la de robar. Una chica (disculparme pero no recuerdo el nombre) que participaba como representante de Ingeniera Sin Fronteras apuntó que gran parte del problema es que los ingenieros no conocían más que las herramientas privativas, que en la universidad nunca les habían formado en software libre. Y como es totalmente lógico, en proyectos de cooperación con tiempos limitados para aportar soluciones, no había tiempo para adquirir esa formación.

La Universidad forma a los trabajadores del futuro, en muchos casos en niveles de decisión relevantes en los más diversos sectores. Los universitarios de hoy serán, sin duda, decisivos en el rumbo del mañana. La Universidad, pues, tiene una gran responsabilidad en las herramientas de software que utiliza. La decisión de propagar dependencia tecnológica entre sus alumnos no es un asunto baladí, sino que tiene consecuencias de todo tipo en la sociedad que estamos construyendo.

Dos mesas redondas, dos jornadas, con una pregunta y respuesta enlazadas. O como cantaba Sabina en los años de La Mandrágora…círculos viciosos.

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gvSIG 1.10: New version and new way to report bugs.

gvSIG 1.10beta has been released with the aim that the gvSIG Community help us to debug it. Users test the software in multiple and variated scenarios, what let us find errors difficult to find in other way. That’s why we encourage you to test it and report any error you find and any suggestion you have to us.

But how? As you probably know on April gvSIG migrated part of its infrastructure to OSOR and one of the main changes was the new bug / feature request trackers. Now the trackers are public so our users and developers are able to open issues directly to these trackers.

What’s needed? The only requirement is to register in OSOR but, in order to get a really useful information, it’s very important that you follow some instructions and good practices, for example, write the exact steps to reproduce the error, check if the issue is already open (if so, you’ll be able to add more information to it) or, of course, fill in the issue fields correctly. Please, see related documentation.

Probably one of the main differences between privative and free projects is that, in the second ones, the Community is able to participate on them and we think testing is one of the areas on which users participation can be grater. Having public bug / feature request trackers is, with no doubt, a very important step to make Community participation easier. At least this is our aim.

Collaborative testing

So please, try gvSIG 1.10 and consider using the trackers instead of the lists for reporting issues from now on.

Thanks in advance.

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Terminología

A la hora de referirse al software privativo como opuesto al libre se suelen utilizar diferentes términos que, intencionadamente o no, enmascaran la definición de cada uno de ellos. Mediante el uso del lenguaje, consciente o inconscientemente, se puede llegar a manipular la percepción de la realidad, pudiendo tergiversar o sembrar confusión alrededor del software libre. Esto forma parte de lo que se han denominado técnicas FUD.

Puede ser interesante, que al igual que hizo el compañero Jorge Sanz en Geomaticblog hagamos un breve repaso a términos que se utilizan a la hora de clasificar el software y opinemos sobre los mismos.

Vamos a ello…

Software propietario.

Es aquel software que tiene propietarios, entendiendo por propiedad el derecho de disponer totalmente del software dentro de la legalidad.

Vemos que en el caso del software privativo hay propietarios. Puede ser un individuo, una empresa o un grupo de accionistas. El número de propietarios siempre va a ser limitado. Los que no son dueños, como mucho, pueden adquirir una licencia de uso del software siempre en los términos y condiciones que impongan los propietarios de la tecnología.

E igualmente en el caso del software libre hay propietarios. La diferencia principal radica en el límite de propietarios; en un software libre, como es el caso de gvSIG Desktop o Mobile, cualquiera que lo utiliza se convierte automáticamente en propietario. Como software con licencia GNU/GPL tiene capacidad para distribuirlo, usarlo, estudiarlo y mejorarlo. Su número potencial de usuarios/propietarios es ilimitado. Vemos que en el software libre no hay diferencias entre propietarios y usuarios, unos no delimitan el uso de la tecnología a los otros bajo las condiciones que ellos definen.

Suponiendo que quisiéramos realizar una clasificación entre software privativo y libre usando este termino podría ser algo del tipo: Software con propietarios limitados y Software con propietarios ilimitados. En cualquier caso considero que no es lo adecuado, ya que contempla sólo una parte (cuantitativa) de la diferencia entre uno y otro.

Software comercial.

Las dos acepciones de la palabra comercial que aplican es tanto la que indica su relación con el comercio, que entiendo que es la que se suele aplicar normalmente cuando se quiere indicar que sobre el software se pueden establecer relaciones de negocio, como el uso de comercial para indicar que el software tiene fácil aceptación en el mercado que le es propio. En este segundo caso la palabra mercado nos vuelve a indicar una relación con la compra y venta de algo.

El software privativo puede ser comercial -el caso más habitual- o no serlo. La comercialización de cualquier producto viene dirigida por los propietarios, estructurándose bajo su dirección todo el ciclo comercial. El modelo clásico sobre el que se sustenta el software privativo es la venta de licencias de uso.

Del mismo modo, el software libre también puede ser comercial . La diferencia la marca el tipo de licencia, que se traduce principalmente en una libertad de uso -perdiendo todo el sentido la venta de licencias- y en el número ilimitado de propietarios del mismo. Esto permite que, de forma independiente, cualquiera puede ofrecer servicios profesionales sobre un software libre.

Vemos que ambos tipos de software pueden ser comerciales, siendo la licencia la que marca las posibilidades de comercialización y producción de uno y otro. Si bien el software privativo basa su modelo de negocio tradicionalmente en la venta de licencias de uso, el software libre lo hace en servicios.

No se recomienda por tanto utilizar la palabra comercial para intentar distinguir entre software libre y privativo, ya que conlleva definiciones erróneas.

Software obsoleto/abandonado.

Aunque menos utilizado, en ciertas ocasiones se escucha hablar de software obsoleto o abandonado. En este grupo tendríamos aquel software cuya evolución se detiene y/o es abandonado por sus propietarios por el motivo que sea. De nuevo esto puede afectar tanto al software privativo como al libre. Las diferencias, de nuevo, vienen determinadas por la licencia. La decisión de que un software deje de evolucionarse dependerá siempre de sus propietarios. En el caso del software privativo esta decisión normalmente viene acompañada de razones puramente comerciales (véase, por ejemplo, el caso de ArcView 3.x o ArcIMS), no siendo así en el caso del software libre, que depende principalmente del éxito que tenga en cuanto al volumen de su comunidad.

Las posibilidades de que un software (de modo similar que un formato) quede obsoleto o abandonado son exponencialmente mayores cuando hablamos de un software privativo.

Software privativo y libre

Tras finalizar el recorrido por algunos de los términos más utilizados, vemos que la terminología más adecuada para diferenciar (cuantitativa y cualitativamente) un software de otro ha de venir marcada por los derechos o libertades que otorga su licencia. En este caso hablaremos de software libre o software privativo.

Libre porque nos da libertades como las de uso, estudio, mejora y distribución.

Privativo porque nos restringe o nos priva de esos derechos,de esas libertades.

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